Como falar em Inglês no passado? #Dica

Pode parecer um grande exagero, mas o ser humano fala muito no passado, não acha?

Nós criamos relatórios, contamos histórias, detalhamos situações e mais. Tudo isso reside no passado e portanto, precisamos aprender a falar muito bem neste tempo (na verdade, em todos os tempos haha! Mas o passado ‘pega’ muita gente por conta de suas particularidades).

Vamos analisar algumas estruturas e comparar com o Português:

Simple Past (Passado Simples)
Eu vi ele andando com a namorada ontem!
(I saw him walking with his girlfriend yesterday!)

Veja bem que o verbo ‘ver’ (see) no passado é ‘saw’. É um verbo irregular, por definição tem sua própria forma na conjugação do passado. Exemplo: I go to school (pres) | I went to school (past)

Nós trabalhamos a noite toda!
(We worked all night!)

Este exemplo já vem com um verbo regular, que por definição regularmente, de forma geral, ganha a terminação -ed ao final da palavra. Exemplo: I like coffee! (pres) | I liked coffee (past)

Past Progressive (Continuous)
“Eu estava lendo isso! Devolva meu livro!”
(I was reading this! Give me back my book!)

Lembre-se, se o Verb To Be (em qualquer modo: Presente, Passado, Futuro) estiver acompanhando um verbo, este verbo (principal) ganhará -ing. O mesmo acontece no Português com a terminação do gerúndio -ndo.

O To Be no passado tem duas formas: was (para I, He, She, It) e were (You, We, They).
Mais um exemplo: We were studying English in 2019 (Estávamos estudando Inglês em 2019)

Um ponto importante: O auxiliar To Be (was, were – no passado) recebe o NOT para negar, ou é deslocado antes do sujeito para interrogar:
Were you working at the office?”
(Você estava trabalhando no escritório?)

“I wasn’t (was not) working at the office.”
(Eu não estava trabalhando no escritório.)

Falando em ‘To Be’ no passado tem uma estrutura também chamada: There Was/Were (There + To Be). Significa existência, ou seja:
There was not a car outside my house” – Tradução: Não havia/existia um carro fora da minha casa.
“There were a lot of people at the party” – Tradução: Haviam muitas pessoas na festa.

“There was”: Passado no Singular – para um objeto ou pessoas
“There were”: Passado para o Plural – para mais objetos ou pessoas

Present and Past Perfect
Eu tenho escrito relatórios todos os dias!
(I have written reports every day!)

Ela tem aprendido muito desde a sua última viagem à Europa.
(She has learned a lot since her last travel to Europe.)

Lembre-se: A estrutura do Present Perfect é: Suj + Have/Has + Verbo no passado na terceira coluna

Have tem a conjugação Has para os pronomes He, She, It e seus equivalentes.

Eu tenho comprado vários livros.
(I have bought a lot of books.)

She has seen a lot of reports.
(Ela tem visto vários relatórios.)

O Past Perfect é muito simples! O auxiliar Have/Has vai para o passado, logo: Had
“I had bought a lot of books” | Eu TINHA comprado vários livros.

Lembre-se que o bom auxiliar – em qualquer caso: Presente, Passado, Futuro – faz uma negação e uma interrogação:
Have you studied for this test?”

“I haven’t studied for my English test! Oh my God!”

Present and Past Perfect Progressive (Continuous)
Nessa estrutura você basicamente vai pegar o Present e Past Perfect de cima e vai adicionar um verbo com a terminação em -ing. A Estrutura tem o To Be no passado particípio (terceira coluna) ‘Been’. Saca só: Suj + Have/Has/Had + Been + Verbo Principal com ING + Objeto da frase

E olha que doido, essa estrutura tem 3 verbos, o Have/Has/Had são os auxiliares predominantes, estes vão receber o NOT para negar ou deslocar antes do sujeito para interrogar.
Have you been paying attention?”
“I have not been studying English as I should”

O ‘Been’ é o verbo To Be (ser, estar) no passado na terceira coluna (estado) e é fixo, este verbo acompanha o Verbo Principal com a terminação em -ing (equivalente ao nosso gerúndio, com a temrinação em -ndo).


Cuidado com essa estrutura ao traduzir. Os tempos PERFEITOS, de modo geral, precisam de ajustes na tradução, tanto no Presente e Passado Perfeito, como seus relativos Progressivos (neste caso).
“Por quê?”: Muitas vezes essas estruturas em particular, se traduzir ao pé da letra, causa um conflito com a convenção em Português:

Exemplo:
“She has been presenting a lot of reports.”
Tradução ao pé da letra: Ela tem estado apresentando vários relatórios (ERRADO)
Não ficou estranho? ‘Ela tem estado apresentando’? Não rola, né?
Então precisamos ajustar para o português 😉

I have been studying English
(Eu venho estudando Inglês – Eu ando estudando Inglês)

She has been learning German
(Ela vem aprendendo Alemão – Ela anda aprendendo Alemão)

We have been working all day
(Nós temos trabalhado o dia todo (traduzi como Present Perfect apenas!)
Uma opção seria: A gente vem/anda trabalhando o dia todo

I had been teaching this for a long time
(Eu vinha ensinando isso por um longo tempo)
Eu tinha ensinado isso por algum tempo(traduzi como Past Perfect)]

We hadn’t been working for a while.
(A gente não vinha trabalhando há algum tempo.)
Uma outra opção: A gente não tem trabalhado há algum tempo.

É isso aí pessoal! Espero que tenham gostado. Essas são as principais maneiras de se falar no passado analizando as estruturas verbais 🙂

Posts essenciais para aprender Business English

Veja abaixo com estes posts dicas e termos rápidos para melhorar o seu Inglês para Negócios!

Em 3 minutos já terá praticado bastante! 🙂

Nomenclaturas no mundo dos negócios fora do país são importantes! CEO, CFO, CMO, COO e etc… Além disso, temos que nos preocupar com termos como Levarage e Corporate Culture 😉 Confira abaixo.

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A origem do Inglês

Você já se perguntou a origem e como surgiu a Língua Inglesa?
Bem, assim como várias outras línguas, o Inglês se originou da mistura de outras culturas. Os Anglos e Saxões (tribos germânicas) invadiram os Bretões (da região da Grã-Bretanha) a partir do século V (antes disso o império Romano do Ocidente já havia caído; se lembra das Invasões Bárbaras e etc?).

Bem, depois das invasões na Inglaterra pelos Anglos e Saxões (da região da atual Alemanha) vieram as invasões Vikings. Através dos séculos, várias invasões ocorreram na Inglaterra e em particular, na França. Neste momento, temos o “Old English” sendo disseminado na Inglaterra e muito diferente do atual. Agora vamos para a França com os Vikings.

Os nórdicos (Dinamarca, Suécia, Islândia e Noruega) começaram sua expansão na região do Reino Unido mas logo tiveram seus olhos voltados para a Frakia (atual França). As invasões foram tão fortes e aterrorizantes que no século IX, o rei Charles da França concedeu ao líder Viking Rollo (sim, o mesmo de “Vikings”) uma região conhecida hoje como Normandia em razão de se obter paz – Isso só ocorreu após as grandes invasões Vikings, com grande destaque após o século IX (confiram a série “Vikings”! É fantástica!).

https://www.youtube.com/watch?v=9GgxinPwAGc (Trailer de VIKINGS)

Cerca de 200 anos se passaram e os ‘Normandos’, agora cristãos e com a cultura francesa assimilada, através de sua cultura guerreira, foram atrás da Inglaterra.

Agora voltamos para a Inglaterra!

Em 1066, William, Duque da Normandia, invadiu Hastings (ING) e conquistou todo o território com a construção de castelos. Daí o nome, William o Conquistador. Com o tempo o Francês Normando da corte conquistadora, foi assimilada com o Anglo-Saxão dos camponeses e se tornou o Inglês atual. Os normandos ainda continuaram a dominação no País de Gales e Escócia, formando a Grã-Bretanha atual.

Logo, já dá pra ver a mistura que é a Língua Inglesa: O Bretão Inglês; Os idiomas Anglo-Saxônicos das Tribos Germânicas (atual Alemanha), O Old Norse das Tribos Nórdicas (Vikings) e o Francês.
Quer saber mais coisas interessantes da Lingua Inglesa? Vem com a gente!

João.

A personalização do ensino como peça central na educação nos dias de hoje.

Em meio ao cenário atual, educadores e empreendedores na área da educação começam a enxergar as difentes formas de ensino limitadas e estimuladas pelo distanciamento social. Tais limitações nos levam a pensar na experiência de ensino do aluno. Afinal, qual será a disrupção causada de fato pela pandemia na educação? Como a experiência do aluno deve ser centralizada em meio a isso? Como devemos investir no professor? Quais estruturas digitais nos levarão à próxima fase? Em meio a tantas reflexões podemos ressaltar que pela primeira vez na educação em massa, podemos reestruturar o ensino presencial, digital (e híbrido, claro) focando em um ponto importante e muitas vezes ignorado: Personalização.

A personalização na educação não é novidade. É um conceito natural e essencial. Basta pensarmos nos tutores e mentorias que foram e ainda são usados por escolas e universidades. É um conceito muito importante na educação pois, compreende que alunos tem diferentes rendimentos sobre certos assuntos e os professores titulares não tem tempo ou ferramentas suficientemente robustas para amparar cada aluno de forma individual. Portanto, podemos pensar em mentorias, monitorias e aulas particulares como uma ferramenta básica em prol da personalização do aluno. Mas quão eficaz essa abordagem vem sendo? Muitas vezes o número de alunos ainda é grande demais para coletar grandes dados confiáveis sobre o rendimento individual de cada aluno e os professores precisam de suporte (e sem contar energia e estímulo financeiro) para fazer o trabalho extra de fornecer feedback e insight para cada estudante. Tutores e mentores podem ser um grande custo (e às vezes um luxo) para certas instituições, especialmente as públicas. Decorrente da pandemia a digitalização trouxe um outro obstáculo, porque a infraestrutura digital do Brasil ainda é fraca frente aos outros países e a inclusão digital não é amplamente tratada. Afinal, quantas famílias tem acesso à internet, computadores e smartphones? A simples tarefa de dar uma boa aula virou a preocupação de todo o setor. E devo ressaltar, uma simples tarefa se tornou a preocupação. Logo, dar aquele passo adiante em uma experiência maior e melhor para o aluno e professor se tornou mais difícil.

Pois bem, o quê esperar diante disso tudo? Qual a solução para a disrupção positiva em prol da personalização e aumento da experiência no ensino? Bem, podemos dividir em 4 pilares: Gestão, Análise da operação, Investimento e Treinamento.

A Gestão de modo geral será pivotante pois, a revolução administrativa permitirá escolas a serem mais resilientes frentes a este mercado. Isto se tornará uma grande ponto para Instituições tradicionais e com baixo investimento. Métodos agéis de Gerenciamento no monitoramento e controle dos processos em escolas como Scrum, Kanban e leitura de KPIs (Key Performance Indicators) será essencial para o cuidado com Professores, Alunos, Equipe e além de fornecer insights preciosos sobre dados comerciais e de operação na longevidade da instituição. Temos a oportunidade de usar dados a partir de estruturas digitais em que o ‘back office’ pode fornecer as tão sonhadas leituras de desempenho sobre cada aluno e turma. Ou seja, se o administrativo não entrar no jogo, não poderá estruturar este tipo de atendimento aos seus alunos e professores. “It’s a top-down solution”.

Para que você possa fazer investimentos digitais de forma assertiva, é necessário ter amplo conhecimento do fluxo de operação em prol da experiência de ensino. Logo, temos que mapear o processo dos alunos, professores e equipes e a missão é esta: Integrá-los e reconhecer os pontos onde investimentos na parte digital fornecerão amparo aos professores ampliando a experiência de ensino personalizado aos alunos. É fácil reconhecer que serviços de Nuvem (cloud-based structures) – Google Classroom e etc – e de video-conferência avançados serão peça-chave, e.g. Zoom ou Google Meet. Além disso, reconhecer que isso é somente o básico, irá ajudar muito a você (gestor ou professor) a ter senso de urgência e a buscar novas estruturas, como: melhores câmeras, sets de iluminação, melhorias de conexão para professores e materiais de suporte e treinamento aos membros da sua equipe.

Após estes passos terem sido implementados, chegamos aos investimentos e isso é delicado. Quão bem o seu fluxo de caixa está? A previsibilidade de faturamento está estável e ‘garantida’? Dentro do seu orçamento mensal tu consegue arcar com a prestação de um financiamento? Se sim, considere começar devagar e escalar o treinamento e a inclusão destas novas tecnologias dentro da sua escola e instaure uma CULTURA de treinamento e monitoramento em razão dos seus objetivos. Se possível, em razão desta nova realidade que vivemos, busque instalar uma cultura que dentro da sua instituição, seja prioridade ao professor enviar feedbacks individuais por aluno, mas entenda, O PROFESSOR não pode ser sobrecarregado, logo, automatizar alguns processos (como provas e atividades) e reduzir relatórios de progresso à diretoria pode ser muito bom, pois agora a missão é personalizar o ensino e fazer o diferencial ao aluno. Mais uma observação importante: comunicação e integração com a sua equipe sempre foi e agora é mais ainda vital. Logo, tenha carinho com os membros da sua instituição, a empatia traz grandes resultados.

Por último, podemos considerar focar horários de atendimento individual (Aulas VIP/Particulares). Muitas empresas estão cortando custos e redirecionando estes para ampliar e melhor o atendimento aos clientes. Escolas não devem ser exceção. É claro que cada instituição tem a sua equipe e orçamento mensal e não existe uma receita única para esta reconstrução, mas personalizar o ensino pode ser um grande diferencial para as escolas do “novo normal”. Usar a tecnologia, treinamento e conceitos modernos de gestão podem levar a experiência de ensino presencial, digital e híbrido adiante e não permitir que a pandemia trave o avanço do ensino brasileiro, mas sim impulsionar este.