Os Benefícios do Cérebro Bilíngue

Um cérebro bilíngue tem um grande poder

Você já ouviu falar dos Benefícios do Cérebro Bilíngue?
Além da vantagem que um idioma estrangeiro fornece no mercado de trabalho, um novo idioma pode potencializar outras áreas na sua vida, sendo uma delas: O aprendizado. Através da Neuroplasticidade que o cérebro possui, o aumento das conexões de neurônios são ampliadas com o conhecimento de forma geral, mas quanto a assimilação de um novo idioma este aumento na neuroplasticidade é um tanto notável, de acordo com Mia Nacamulli.

Veja esse vídeo do TED-Ed: https://www.youtube.com/watch?v=MMmOLN5zBLY

Sob esta ótica vale a pena lembrar que o lado esquerdo do cérebro cuida das situações analíticas, o direito das situações emocionais e o córtex pré-frontal das decisões de cunho executivo-analítico e criatividade. Logo, como o aprendizado de uma nova língua fornece um aumento na ramificação dos neurônios via neuroplasticidade, a integração entre estas três distintas áreas se torna muito relevante.🇬🇧 De acordo com alguns pesquisadores, como a Dra. Ellen Biallystock (U.Y. Toronto-CAN) e o Dr. Sam Glucksberg (Univ. de Princeton- USA) o cérebro bilíngue possui uma maior capacidade no campo da empatia, devido a um maior número de gatilhos mentais contrários a comportamentos de cunho cínico e no foco, devido ao fato de que o aprendizado de uma língua se torna uma grande “ginástica mental”.

Por fim, é muito importante ressaltar que os benefícios vão além do aumento na capacidade do aprendizado, maiores oportunidades no mercado de trabalho e aumento no foco, mas também para a vida de forma geral. 🇺🇸 Aprender uma nova língua, como Federico Fellini uma vez afirmou, é aprender uma nova visão de mundo!
João Pedro

Posts essenciais para aprender Business English

Veja abaixo com estes posts dicas e termos rápidos para melhorar o seu Inglês para Negócios!

Em 3 minutos já terá praticado bastante! 🙂

Nomenclaturas no mundo dos negócios fora do país são importantes! CEO, CFO, CMO, COO e etc… Além disso, temos que nos preocupar com termos como Levarage e Corporate Culture 😉 Confira abaixo.

Inglês é a língua dos negócios e abre grandes e vastas oportunidades com empresas em outros países! Imagine isso, aprender Inglês literalmente abre novas oportunidades de negócios.

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A origem do Inglês

Você já se perguntou a origem e como surgiu a Língua Inglesa?
Bem, assim como várias outras línguas, o Inglês se originou da mistura de outras culturas. Os Anglos e Saxões (tribos germânicas) invadiram os Bretões (da região da Grã-Bretanha) a partir do século V (antes disso o império Romano do Ocidente já havia caído – se lembra das Invasões Bárbaras e etc?).

Bem, depois das invasões na Inglaterra pelos Anglos e Saxões (da região da atual Alemanha) vieram as invasões Vikings. Através dos séculos, várias invasões ocorreram na Inglaterra e em particular, na França. Neste momento, temos o “Old English” sendo disseminado na Inglaterra e muito diferente do atual. Agora vamos para a França com os Vikings.

Os nórdicos (Dinamarca, Suécia, Islândia e Noruega) começaram sua expansão na região do Reino Unido mas logo tiveram seus olhos voltados para a Frakia (atual França). As invasões foram tão fortes e aterrorizantes que no século IX, o rei Charles da França concedeu ao líder Viking Rollo (sim, o mesmo de “Vikings”) uma região conhecida hoje como Normandia em razão de se obter paz – Isso só ocorreu após as grandes invasões Vikings, com grande destaque após o século IX (confiram a série “Vikings”! É fantástica!).

https://www.youtube.com/watch?v=9GgxinPwAGc (Trailer de VIKINGS)

Cerca de 200 anos se passaram e os ‘Normandos’, agora cristãos e com a cultura francesa assimilada, através de sua cultura guerreira, foram atrás da Inglaterra.

Agora voltamos para a Inglaterra!

Em 1066, William, Duque da Normandia, invadiu Hastings (ING) e conquistou todo o território com a construção de castelos. Daí o nome, William o Conquistador. Com o tempo o Francês Normando da corte conquistadora, foi assimilada com o Anglo-Saxão dos camponeses e se tornou o Inglês atual. Os normandos ainda continuaram a dominação no País de Gales e Escócia, formando a Grã-Bretanha atual.

Logo, já dá pra ver a mistura que é a Língua Inglesa: O Bretão Inglês; Os idiomas Anglo-Saxônicos das Tribos Germânicas (atual Alemanha), O Old Norse das Tribos Nórdicas (Vikings) e o Francês.
Quer saber mais coisas interessantes da Lingua Inglesa? Vem com a gente!

João.

“Omni experience”​ na Educação

Por muitos anos as empresas do setor de educação prioritizaram uma metodologia singular, em razão de aumentar o senso de propriedade intelectual e posicionar o valor de mercado da instituição. A empresa X oferece a metodologia X com materiais X, empresa Y oferece a metodologia Y com seus materiais Y e etc. Essas abordagens foram a base da decisão de muitas pessoas para escolher uma experiência de ensino ao longo de vários e vários anos. Não sou crítico disso. Eu, por exemplo, prefiro escolas e universidades com uma abordagem PBL (Project/Problem-Based Learning) por conta da experiência ‘hands-on’ porque funciona mais para mim. Para algumas pessoas, acredite se quiser, o modelo austríaco tradicional, com filas de cadeiras e um professor na frente de um quadro em cima de um tablado, é mais apreciado. Ou seja, não existe o conceito ‘one-size-fits-all’ – você não vai ter uma metodologia 100% inclusiva com a particularidade de cada aluno… algumas pessoas podem não gostar do aspecto social de uma metodologia mais engajada e dinâmica. E para matar o suspense sobre o título – de forma disruptiva com o desenvolvimento – o conceito de Omni Experience que vem do Customer Service e Experience de empresas ao atender clientes, é um formato que pode ser ‘ajustado’ para atender alunos de forma mais ampla, sendo assim talvez um “Omni Teaching” ou “Omni Education”.

Hoje em dia temos a sobreposição da geração X, Y e Z (e sem contar os ‘Baby Boomers’ que ainda estão 100% na ativa) em diferentes experiências na tecnologia, ensino e nos ambientes de trabalho. O que nos leva a refletir: “Em meio a tantas características singulares de cada geração, como fazer um ambiente de ensino fluido o suficiente para que uma instituição de ensino possa impactar cada um?” A resposta é um tanto simples: Chega de estruturar sua instituição com uma única metodologia. Sim, você me escutou. É um tanto arrogante pensar que a metodologia X é melhor que Y e por aí vai. Profissionais da área de T.I sabem muito bem que dominar apenas uma linguagem ou uma única estrutura de dados os tornam obsoletos rapidamente. Profissionais da área de educação devem ter o mesmo prisma para avaliar esta questão, pois as gerações estão mudando seu padrão de consumo e aprendizado – enquanto algumas estrutruras tradicionais ainda são mantidas e desejadas – ao lado da tecnologia e outras inovações em diferentes áreas, como gestão e cultura por exemplo. Logo, uma metodologia única é um ‘tiro no pé’ caso você queira ter uma abordagem assertiva e inclusiva. Saber transitar entre diferentes métodos com diferentes materiais (e integrações entre estes) é essencial para saber ler os seus alunos a fim de implementar esses pontos; isto acaba se tornando uma habilidade pivotante no meio educacional.

Quero apenas deixar claro que eu entendo os desafios de escolas tradicionais mudarem a metodologia em razão do seu plano de negócio e pode ser muito custoso com o recrutamento, treinamentos, materiais e até mesmo no operacional frente aos contratos com os alunos, mas educadores, não se esqueçam, educação é um produto onde a experiência, feedback e resultado são as maiores métricas de sucesso – apesar de sempre estarmos preocupados com o número de matrículas. Encerro o desenvolvimento deste artigo deixando claro que o profissional da educação – seja gestora, educador ou até mesmo investidores – deve entender que apostar em diferentes tecnologias e metodologias é essencial diante da integração entre diferentes gerações e com os recursos tradicionais no ensino, que em meio a pandemia do COVID-19 se mostraram ainda essenciais para um desenvolvimento estruturado do aluno.

A personalização do ensino como peça central na educação nos dias de hoje.

Em meio ao cenário atual, educadores e empreendedores na área da educação começam a enxergar as difentes formas de ensino limitadas e estimuladas pelo distanciamento social. Tais limitações nos levam a pensar na experiência de ensino do aluno. Afinal, qual será a disrupção causada de fato pela pandemia na educação? Como a experiência do aluno deve ser centralizada em meio a isso? Como devemos investir no professor? Quais estruturas digitais nos levarão à próxima fase? Em meio a tantas reflexões podemos ressaltar que pela primeira vez na educação em massa, podemos reestruturar o ensino presencial, digital (e híbrido, claro) focando em um ponto importante e muitas vezes ignorado: Personalização.

A personalização na educação não é novidade. É um conceito natural e essencial. Basta pensarmos nos tutores e mentorias que foram e ainda são usados por escolas e universidades. É um conceito muito importante na educação pois, compreende que alunos tem diferentes rendimentos sobre certos assuntos e os professores titulares não tem tempo ou ferramentas suficientemente robustas para amparar cada aluno de forma individual. Portanto, podemos pensar em mentorias, monitorias e aulas particulares como uma ferramenta básica em prol da personalização do aluno. Mas quão eficaz essa abordagem vem sendo? Muitas vezes o número de alunos ainda é grande demais para coletar grandes dados confiáveis sobre o rendimento individual de cada aluno e os professores precisam de suporte (e sem contar energia e estímulo financeiro) para fazer o trabalho extra de fornecer feedback e insight para cada estudante. Tutores e mentores podem ser um grande custo (e às vezes um luxo) para certas instituições, especialmente as públicas. Decorrente da pandemia a digitalização trouxe um outro obstáculo, porque a infraestrutura digital do Brasil ainda é fraca frente aos outros países e a inclusão digital não é amplamente tratada. Afinal, quantas famílias tem acesso à internet, computadores e smartphones? A simples tarefa de dar uma boa aula virou a preocupação de todo o setor. E devo ressaltar, uma simples tarefa se tornou a preocupação. Logo, dar aquele passo adiante em uma experiência maior e melhor para o aluno e professor se tornou mais difícil.

Pois bem, o quê esperar diante disso tudo? Qual a solução para a disrupção positiva em prol da personalização e aumento da experiência no ensino? Bem, podemos dividir em 4 pilares: Gestão, Análise da operação, Investimento e Treinamento.

A Gestão de modo geral será pivotante pois, a revolução administrativa permitirá escolas a serem mais resilientes frentes a este mercado. Isto se tornará uma grande ponto para Instituições tradicionais e com baixo investimento. Métodos agéis de Gerenciamento no monitoramento e controle dos processos em escolas como Scrum, Kanban e leitura de KPIs (Key Performance Indicators) será essencial para o cuidado com Professores, Alunos, Equipe e além de fornecer insights preciosos sobre dados comerciais e de operação na longevidade da instituição. Temos a oportunidade de usar dados a partir de estruturas digitais em que o ‘back office’ pode fornecer as tão sonhadas leituras de desempenho sobre cada aluno e turma. Ou seja, se o administrativo não entrar no jogo, não poderá estruturar este tipo de atendimento aos seus alunos e professores. “It’s a top-down solution”.

Para que você possa fazer investimentos digitais de forma assertiva, é necessário ter amplo conhecimento do fluxo de operação em prol da experiência de ensino. Logo, temos que mapear o processo dos alunos, professores e equipes e a missão é esta: Integrá-los e reconhecer os pontos onde investimentos na parte digital fornecerão amparo aos professores ampliando a experiência de ensino personalizado aos alunos. É fácil reconhecer que serviços de Nuvem (cloud-based structures) – Google Classroom e etc – e de video-conferência avançados serão peça-chave, e.g. Zoom ou Google Meet. Além disso, reconhecer que isso é somente o básico, irá ajudar muito a você (gestor ou professor) a ter senso de urgência e a buscar novas estruturas, como: melhores câmeras, sets de iluminação, melhorias de conexão para professores e materiais de suporte e treinamento aos membros da sua equipe.

Após estes passos terem sido implementados, chegamos aos investimentos e isso é delicado. Quão bem o seu fluxo de caixa está? A previsibilidade de faturamento está estável e ‘garantida’? Dentro do seu orçamento mensal tu consegue arcar com a prestação de um financiamento? Se sim, considere começar devagar e escalar o treinamento e a inclusão destas novas tecnologias dentro da sua escola e instaure uma CULTURA de treinamento e monitoramento em razão dos seus objetivos. Se possível, em razão desta nova realidade que vivemos, busque instalar uma cultura que dentro da sua instituição, seja prioridade ao professor enviar feedbacks individuais por aluno, mas entenda, O PROFESSOR não pode ser sobrecarregado, logo, automatizar alguns processos (como provas e atividades) e reduzir relatórios de progresso à diretoria pode ser muito bom, pois agora a missão é personalizar o ensino e fazer o diferencial ao aluno. Mais uma observação importante: comunicação e integração com a sua equipe sempre foi e agora é mais ainda vital. Logo, tenha carinho com os membros da sua instituição, a empatia traz grandes resultados.

Por último, podemos considerar focar horários de atendimento individual (Aulas VIP/Particulares). Muitas empresas estão cortando custos e redirecionando estes para ampliar e melhor o atendimento aos clientes. Escolas não devem ser exceção. É claro que cada instituição tem a sua equipe e orçamento mensal e não existe uma receita única para esta reconstrução, mas personalizar o ensino pode ser um grande diferencial para as escolas do “novo normal”. Usar a tecnologia, treinamento e conceitos modernos de gestão podem levar a experiência de ensino presencial, digital e híbrido adiante e não permitir que a pandemia trave o avanço do ensino brasileiro, mas sim impulsionar este.